201411.18

Quantos de nós já não viram uma caminhonete abarrotada de móveis, caixas, vassouras, bicicleta…? Você olha pra uma dessas no tráfego e logo entende: “tem gente se mudando”. Como coube tudo numa caminhonete comum, você já supõe que seja um estudante mudando de república, ou um jovem que está saindo da casa dos pais.

E invariavelmente, os objetos naquela condição estão presos da pior forma possível: uns contra os outros, fortemente apertados por cordas que se trançam em todas as direções e sem nenhum tipo de proteção entre eles. É ou não é? Agora, a pergunta: fazer a mudança assim é uma boa ideia?

“Seu guarda” não deixa

Entupir-seu-carro-não-é-a-melhor-opção.Na verdade, não. Mudar-se assim é uma péssima ideia, a começar pela lei que proíbe que carros de passeio transportem materiais (quaisquer materiais, que fique bem claro) que ultrapassem as dimensões do veículo. O motivo é óbvio: se uma haste metálica, por exemplo, ultrapassa o limite traseiro do carro, a chance dela acertar o automóvel que vem logo atrás é enorme – e o estrago pode ultrapassar o mero dano material, caso acabe ferindo alguém.

Com as mudanças feitas em veículos de passeio (afinal, caminhonete é para passeio e, mesmo que leve carga, ainda está sujeita à lei que mencionamos logo acima), dificilmente a carga vai caber dentro dos limites do mesmo – ou seja, não vai ultrapassar nem a largura, nem o comprimento e nem a altura. Aliás, a altura costuma ser ultrapassada todas as vezes! Formam-se verdadeiras torres de objetos por cima do capô.

A clássica “solução porca”

Não bastasse o problema com a lei, bem o fato de a mudança não ter proteção alguma. A geladeira fica apertada contra as portas do armário, que vem forçando o fogão, que aperta as gavetas do armário contra as vassouras e rodos, que estão por cima da mesa da sala, que estão com as pernas amarradas nos ganchos laterais da caminhonete – e por cima dela vão as peças da cama. Que beleza, não é? Imagine isso tudo se mexendo conforme as trepidações do transporte, uma peça arranhando a outra, arrancando lascas, descascando a tinta, amassando o metal?

Ficou fácil perceber, não é? O endereço vai ser novo, mas a mobília vai parecer importada de alguma ruína da 1ª Grande Guerra – e a maioria desses danos não tem reparo; no máximo, dá pra disfarçar com uma lixadinha, ou um adesivo… Mas aquela carinha bonita de móvel conservado… não, essa não volta mais.

Confie-seus-pertences-a-uma-boa-empresa-de-mudanças.Por isso é tão importante contratar uma empresa de mudanças, independente da quantidade de móveis que se quer transportar. Empresas assim costumam ter caminhões-baú fechados, regularizados e de diferentes tamanhos, exatamente para atender das maiores até as menores mudanças, com um diferencial: SEGURANÇA. Os funcionários recebem treinamento para transportar objetos leves, pesados, frágeis, desmontar e montar móveis, etc., além de saberem direitinho como proteger cada um deles para evitar danificá-los.

Pode até ser “um gasto a mais” mas, se você pesar prós e contras, verá que é tão vantajoso garantir a integridade dos seus pertences que, no fim das contas, sairá muito mais barato preservá-los fazendo mudança com profissionais do que ter que comprar vários móveis novos para substituir os danificados. Além do mais, caso os profissionais danifiquem alguma coisa, pode-se negociar um abatimento no valor da mudança ou então o ressarcimento do valor (e é por isso que eles são cuidadosos: para não precisarem devolver valor algum). Na mudança em caminhonete… quem vai ressarcir você? É mais provável você ouvir um pedido de desculpas e ficar por isso mesmo.

Não arrisque. Seja muita ou pouca mobília, contrate profissionais para levar tudo ao novo endereço com tranquilidade.

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